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Google Fiber: a internet de 1 Gbps da Google já é uma realidade

Google Fiber: a internet de 1 Gbps da Google já é uma realidade

Serviço de internet e televisão por assinatura já começou a ser disponibilizado nos Estados Unidos.

Nos Estados Unidos, a Google começa a investir em um novo sistema chamado Google Fiber. Trata-se de um projeto que pretende levar internet e outros conteúdos digitais com muito mais velocidade e qualidade do que os atuais planos de telecomunicações conseguem oferecer. Para isso, fibras ópticas de ótima qualidade foram instaladas e serão mantidas por equipes da própria empresa de Mountain View.

E a primeira cidade a contar com o novo sistema já está com o Google Fiber em operação. Trata-se de Kansas City (que fica no estado de Missouri, EUA). Lá, as transferências obtidas com o sistema da Google conseguem alcançar velocidades próximas aos 1.000 Mbps – tanto para download quanto para upload. Isso significa conexões com cerca de 100 vezes mais velocidade do que a média norte-americana.

 “Espera aí! São realmente 1.000 Mbps?”

Sim, estamos falando de uma conexão de 1 Gbps – são cerca de 128 MB por segundo de download. Com isso, você poderia baixar um DVD em menos de um minuto. Para fazer o download de um Blu-ray, você não demoraria nem 10 minutos e a quantidade de músicas que poderiam ser baixadas nesse tempo é muito grande. Como você pode perceber, é muito mais do que os 15 Mbps que os brasileiros podem contar.

TV por assinatura no pacote

Além de sinal de internet, a estrutura de fibra óptica pode ser utilizada também para a transmissão de conteúdos de vídeo. São 160 canais norte-americanos, que podem oferecer uma infinidade de programas, esportes e shows. Mas alguns órgãos da imprensa internacional repararam que não estão listados os canais da ESPN, Time Warner, HBO, TNT, Cartoon Network e outros das mesmas companhias.Google Fiber: a internet de 1 Gbps da Google já é uma realidade (Fonte da imagem: Reprodução/Google Fiber)

Preços dos pacotes

Quem quiser utilizar apenas os pacotes de internet não precisará pagar por assinaturas mensais, apenas os 300 dólares que a Google cobra para a instalação do sistema. Para isso não existe a mesma velocidade oferecida nos pacotes mais avançados, sendo que a conexão é limitada a 5 Mbps para download e 1 Mbps para upload.

Google Fiber: a internet de 1 Gbps da Google já é uma realidade (Fonte da imagem: Reprodução/Google Fiber)

O plano de internet de 1 Gbps não terá cobrança de instalação, mas custa 70 dólares mensais e oferece um kit de assinatura bem interessante. Por mais 50 dólares, os assinantes podem ter o pacote completo, que envolve também os 160 canais de televisão por assinatura que foram mencionados anteriormente. Esse último plano conta ainda com o kit especial como presente.

Itens inclusos

Um dos principais itens que os assinantes vão receber é a Network Box, que funciona como um modem e roteador. Além disso, há a Storage Box para armazenamento de dados e também para a gravação de programas transmitidos na TV Box, que também faz parte do kit e age como um decodificador de sinal.
Google Fiber: a internet de 1 Gbps da Google já é uma realidade (Fonte da imagem: Reprodução/Google Fiber)

Os assinantes ainda ganham 1 TB de armazenamento no Google Drive. Por fim, os assinantes recebem um controle remoto de fazer inveja em qualquer pessoa. Trata-se de um tablet Google Nexus 7, que também permitirá que os canais sejam acessados diretamente por ele.

 

3G e 4G: entenda as diferenças de infraestrutura

3G e 4G: entenda as diferenças de infraestrutura

Com novas antenas e fibra óptica, o 4G ganha cada vez mais  espaço no país e promete desafogar o 3G.3G e 4G: entenda as diferenças de infraestrutura (Fonte da imagem: ShutterStock)

O Brasil já possui redes 4G disponíveis nas principais cidades do país. Esse  movimento estratégico se deve, principalmente, ao fato de que sediaremos pelo  menos dois grandes eventos internacionais nos próximos anos: a Copa do Mundo da  FIFA, em 2014, e os Jogos Olímpicos de 2016.

No momento, as operadoras de celular começam a anunciar seus planos  comerciais de 4G, como é o caso da Claro e da Oi. As duas empresas inauguraram o serviço da rede de telefonia móvel de quarta  geração para a cidade de São Paulo, no último dia 25, com planos que custam R$  100 em média.

Mas o que significa, na prática, ter cobertura 4G no país? O Tecmundo já  publicou alguns comparativos sobre essas duas redes, ressaltando as diferenças  que existem entre as duas tecnologias. Porém, se pensarmos na infraestrutura,  é provável que muita gente não saiba que tipo de equipamentos foi necessário  para fazer com que o 4G chegasse ao consumidor final.

Novas antenas e torres

Apesar de ainda funcionarem de maneira semelhante, existem diferenças muito  visíveis entre as redes móveis 3G e 4G. A princípio, o caminho da comunicação  permanece o mesmo: os celulares enviam sinais para as torres e, logo em seguida,  essas torres repassam os dados para uma central de comunicações. Porém, o que  muda realmente são os equipamentos.

A rede 4G opera em uma frequência distinta da 3G e, por isso, são necessárias  antenas diferentes e que possam operar na faixa de 2,5 GHz, reservada pelo  governo brasileiro para esse tipo de comunicação.

As antenas 4G são mais baixas do que as 3G e possuem um sinal bem mais denso.  Se uma torre 3G pode compartilhar o sinal com cerca de 60 a 100 telefones, a 4G  aumenta em muito esse número: uma torre da nova rede pode servir de 300 a 400  pessoas, suportando muito mais usuários simultâneos.

Em contrapartida, as antenas 4G fornecem uma cobertura menor, exigindo que  mais antenas sejam instaladas para que o sinal se mantenha consistente. De  acordo com o site Baguete, o número de antenas instaladas deve duplicar para o  bom funcionamento do 4G.

3G e 4G: entenda as diferenças de infraestruturaAntenas 4G têm sinal mais denso, mas cobertura menor (Fonte da  imagem: Reprodução/Extra)

Burocracia contra o 4G

E essa expansão não é fácil. De acordo com o Terra, o Brasil precisa de 30 novas antenas por dia para que  a rede de quarta geração esteja completamente implementada para a Copa de 2014.  Porém, esses equipamentos precisam de uma licença do governo que autorize a sua  instalação, e é exatamente nesse ponto que as operadoras têm encontrado  dificuldades.

Para ter uma ideia de como esse processo pode ser lento, o diretor-executivo  do sindicato das operadoras SindiTeleBrasil, Eduardo Levy, declarou em  entrevista para o UOL que o prazo para obtenção de licenças para instalar uma  única antena pode demorar de 6 a 8 meses. Há situações ainda mais complicadas,  em que são necessárias sete licenças para a instalação de uma única antena.

A razão para essa lentidão é o fato de que cada cidade possui suas regras  para a instalação desse tipo de equipamento. Em algumas, por exemplo, as antenas  não podem ser instaladas perto de escolas ou hospitais. Dessa forma, a taxa  atual é de 15 antenas instaladas por dia, metade do número necessário.

Para resolver esse imbróglio, há a Lei Geral das Antenas (Lei 5013/13), que  tenta padronizar todas essas regras municipais e estaduais para instalação dos  equipamentos. O projeto foi aprovado em fevereiro pelo Senado, mas ainda está  aguardando tramitação na Câmara dos Deputados. Essa lei prevê, por exemplo,  concessão automática para instalação de antenas  caso as prefeituras não se  posicionem contra em até 60 dias.

3G e 4G: entenda as diferenças de infraestrutura (Fonte da imagem: ShutterStock)

3G pelo ar, 4G pela terra

Há também outra mudança importante e que é responsável direta pelo aumento da  largura de banda. No caso do 3G, a comunicação entre as torres e a central  telefônica é feita por ondas de rádio. Já na quarta geração da rede móvel, esses  dados são trocados por cabos de fibra óptica. Isso aumenta a largura de banda e,  consequentemente, entrega mais velocidade de navegação para quem costuma navegar  pelo celular, já que metade do caminho percorrido pelos pacotes de dados é feito  por esses cabos.

O mesmo caminho é percorrido, de maneira inversa, para entregar os dados  solicitados aos celulares dos clientes, sendo que há faixas de frequências  separadas para o envio (uplink) e recebimento de dados (downlink), fazendo com  que um não interfira no outro.

Estádios e aeroportos

Além de toda a instalação de cabos de fibra óptica, de novas antenas e torres  nas principais cidades do país, as operadoras estão investindo R$ 200 milhões  para oferecer uma cobertura 4G melhor nos estádios e aeroportos brasileiros.

Cerca de 12 estádios terão salas exclusivas para a instalação de equipamentos  que devem reforçar o sinal da rede de comunicação nesses locais. A mesma  operação deve levar o sinal do 4G aos aeroportos das capitais que receberão os  jogos da Copa do Mundo da FIFA, garantindo que todos possam navegar com mais  tranquilidade.

Celulares compatíveis no Brasil

Outra ponta da infraestrutura necessária para o funcionamento do 4G em nosso  país diz respeito aos consumidores, que se quiserem desfrutar de toda a  velocidade dessa rede precisarão ter aparelhos capazes de suportar esse tipo de  tecnologia. Vale a pena reforçar que a troca de celular não é obrigatória e que  as redes 2G e 3G continuarão em operação.

3G e 4G: entenda as diferenças de infraestrutura

LG Optimus G, um dos  modelos 4G disponíveis no Brasil (Fonte da imagem: Reprodução/Tecmundo)

Porém, quem quiser fazer a migração já pode escolher entre diversos modelos  disponíveis nas principais lojas do país. Entre eles estão Sony Xperia ZQ, LG Optimus G, Motorola Razr HD, Nokia Lumia 920 e o recém-lançado Samsung Galaxy S4. Novos aparelhos também devem chegar logo  ao Brasil, como é o caso do Galaxy Express.

Desafogando o 3G

O investimento em 4G no Brasil pode resultar em outro aspecto positivo: com a  migração dos clientes mais exigentes para a nova rede, o 3G tende a ficar menos  congestionado e ganhar um aumento no desempenho. Afinal, quanto menos pessoas  estiverem conectadas a uma mesma célula, maior será a velocidade para tráfego de  dados.

Agora, só nos resta saber quanto tempo levará para que os preços dos planos  de 4G diminuam. Isso deve acontecer à medida que a oferta e a procura pela nova  rede aumentarem. Enquanto isso, ficamos na torcida para que o 4G se torne  rapidamente o novo padrão de comunicação móvel no Brasil.

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